
Foram muitas as vezes que aqui demos conta da nossa desconfiança relativamente ao que se passa na chamada democracia que se vive por cá.
Temos dito e redito que esta democracia está doente muito doente e para sustentarmos este nosso pensamento não é preciso elaborar muitos estudos, muitos debates coisas muito sofisticadas e ditas cientificas como estudos, sondagens e coisas que tal. Não é que estejamos contra este tipo de práticas mais ou menos empíricas, pois estas até podem ser importantes mas só para confirmar o que já toda a gente tinha percebido. A verdade é que consideramos estes estudos, estas sondagens, … redondas, redundantes até porque
só não vê quem não quer ver. Basta olharmos para o que se passa ao nosso lado.
Então o que se passa nesta Terra pode ser chamado de Democracia?
Então a Democracia esgota-se no acto de votar?
Então e a qualidade da Democracia?
Então e o voto condicionado, pelo emprego, pelo filho, pelo favor que a seguir se vai pedir, pelas promessas desonestas que se fazem de favores feitos com dinheiro de todos nós, do caciquismo, da carne assada … da, do etc..
Já aqui pronunciámos algumas vezes que alguns políticos da nossa praça em Países desenvolvidos, em Democracias exigentes, onde o carácter vale, onde a honestidade vale, onde a competência vale, onde a palavra dada vale, onde o dinheiro Público merece respeito, onde o amiguismo e os interesses pessoais não cabem, onde os valores humanistas valem, onde… onde a

Cidadania é a palavra-chave, estes arrogantes políticos que condicionam a vida de tanta e tanta gente, que perseguem quem é capaz só porque é capaz, estes
"ditos cujos" nem para porteiros serviam, com todo o respeito que temos pelos porteiros, e por cá, são estes aventureiros, estes ávidos de poder em proveito próprio que mandam e em tudo em tudo repetimos, que vingam.
Vem esta reflexão a propósito do estudo da
SEDES subordinado ao tema
“A qualidade da democracia e o Pós-Crise” que este fim-de-semana está reunido em Congresso e onde foi apresentado um estudo que, genericamente, aponta para os aspectos que aqui voltamos a repetir.
Caros Pinhelenses, é preciso parar para pensar.Pinhel e este Concelho a continuarem assim, podem acreditar, Pinhel e o Concelho não tem futuro!
É preciso mudar de Políticos e de Politicas.
Mudar é preciso!
Tenham um bom dia!
COMENTÁRIO DA SEMANA:
Anónimo disse...
Penso que Vocês tem feito um papel de apaziguamento para bem de Pinhel e das suas gentes. É pena não darem frutos. É altura de aparecerem e dar a cara por Pinhel. Como alguém diz: SOMOS TODOS PRECISOS.
21 de Maio de 2009