António Ruas na sua tomada de posse terá chamado à atenção para um conjunto de questões que em sua opinião devem preocupar todos os eleitos locais que também acabavam de tomar posse como autarcas Pinhelenses.Aproveitou para referir as linhas mestras que vão nortear a sua acção durante mais este mandato, que a fazer fé na legislação em vigor, será o seu último mandato ininterrupto uma vez que, vai concluir o seu terceiro mandato.
Chamamos à coação esta questão dos mandatos ininterruptos, pois é bom lembrar aqueles que pensam que António Ruas está para todo o sempre afastado da Presidência da Câmara Municipal de Pinhel que pode não ser bem assim. Claro, poderá estar, mas fica claro que também pode interromper um mandato e voltar a ser candidato mais tarde, isto é, se entretanto a legislação em vigor não for alterada.
Na opinião de Pinhel, Nós por cá… o seu discurso (tomada de posse) não podia ser muito diferente do que foi, pois, fez bem em lembrar que foi eleito com um conjunto de propostas, tendo-as reiterado pois as mesmas, mal ou bem, foram sufragadas pelos eleitores de forma inequívoca.
A novidade no discurso de António Ruas foi, sem dúvida, a sua chamada de atenção para factos que no seu pensar e muito bem, fazem uns mais iguais do que outros.É que, na verdade, em actos formais António Ruas costuma ser mais comedido e pelo menos até agora tem sido previsível no seu estilo, prudente. Desta vez, talvez porque o assunto passou das marcas, António Ruas deixou “recados” directos para o Partido Socialista Distrital e Nacional e reclamou aquilo que é suposto, pelo menos em democracia, terem todos os Cidadãos do Concelho de Pinhel, isto é, igualdade de tratamento por parte da administração tendo na altura afirmado “respeitar posições particulares e individuais de todos os nossos adversários”, uma alusão clara a Rui Teixeira que não assumiu o cargo de vereador para que foi eleito e que, no espaço de uma semana obteve a sua transferência para o Centro de Saúde de Trancoso. Mas, António Ruas disse ainda mais e aproveitou para reivindicar para todos, tendo referido na altura, “o tratamento que esse nosso concidadão obteve por parte da tutela deverá ser o mesmo que devem ter todos os outros cidadãos em igualdade de circunstâncias”, tendo ainda referido que este, “tem o direito que lhe assiste de se deslocar para onde quer e bem lhe apetece. No entanto, os procedimentos é que me parece que não são os mais correctos e os Pinhelenses não merecem por parte de quem tutela os serviços que sejamos discriminados”.
Ora, o que António Ruas disse, parece-nos mais que razoável que seja dito e, nas actuais circunstâncias para Nós, até foi muito comedido, pois, qualquer pessoa e qualquer responsável a quem compete defender os seus concidadãos daquilo a que muitos já apelidaram de “revanchismo Político”, provavelmente diria ainda muito mais.Agora, que fique muito claro, o que Pinhel, Nós por cá… não percebe e não aceita é a posição do Partido Socialista de Pinhel bem como dos seus dirigentes e militantes, que, ao que parece, calam e consentem esta trapalhada que só prejudica quem mais precisa. Afinal não foi isto que andaram durante pelo menos duas semanas a prometer a todos os Pinhelenses.
Por favor, tenham “juízo”!
(leia-se juízo Político)
Tenham um bom dia!






Como sabem a nossa rubrica “Comentário da Semana” tem servido para fazer alguma retrospectiva sobre a forma como alguns dos nossos leitores vêm a realidade num determinado momento. Pinhel, Nós por cá… um pouco mais tarde com o filtro que o tempo naturalmente dá sobre os acontecimentos, mais tarde, lembra a todos o que então foi dito por alguns.




















