19 de fevereiro de 2009

IMAGENS REAIS. MAIS GRADES!

Por mais que estas fotografias apoquentem alguns, não é por isso que Pinhel, Nós por cá… vai deixar de as publicar. Se querem saber, até nos dá mais força para insistirmos, uma vez que, se isto aborrece quem nos des/governa por cá, quem desbarata o dinheiro dos nossos impostos, quem pensa que está a gastar dinheiro que não tem dono, então isso quer dizer que estamos no BOM CAMINHO.
No entanto quem é que é capaz de denegar estas imagens?

Pinhel, Nós por cá… deixou no último texto algumas perguntas.
Vá lá, respondam lá senhores responsáveis!

Vá lá, pronunciem-se senhores responsáveis do P.S. do C.D.S./P.P., senhores do P.C.P.!

Pois é, já sabemos. “Não respondem a mal dizentes”, que é, como quando vos convém não responder, como nos apelidam!
Mas a verdade é esta. Vocês ou se pronunciam, ou, se, se calam, é, como se costuma dizer por cá.
“Quem cala consente” e quem consente concorda e quem concorda com isto e com outras coisas que se passam em Pinhel é responsável e se é responsável então não merecem a confiança dos Pinhelenses.
Tenham um bom dia!

11 comentários:

Anónimo disse...

É assim mesmo Pinhel Viva. Sois os únicos que ainda vão pensando nos pinhelenses e os únicos que nos defendem e que ainda denunciam estas misérias que andam por Pinhel. Os Partidos esses estão mesmo partidinhos de todo só são para os tachitos porque trabalhar tá bem isso é que era bom
Força continuem
Saudações.

Anónimo disse...

são mesmo má lingua

Anónimo disse...

A CRISE ESTÁ EM CRISE

A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado!

Ou estou fortemente enganado (o que sucede, aliás, com uma frequência notável), ou a história de Portugal é decalcada da história de Pedro e o Lobo, com uma pequena alteração: em vez de Pedro e o Lobo, é Pedro e a Crise.
De acordo com os especialistas – e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível – Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado.
O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil. O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise. Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica. Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB. O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção. Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.
A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério. Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço. 2009 só assusta esses ****** da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.
É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses. A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado. Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades.


Este artigo de opinião é do Gato Fedorento- Ricardo Araújo.

Anónimo disse...

História de Portugal ultra condensada
Tudo começou com um tal Henriques que não se dava bem com a mãe e acabou por se vingar na pandilha de mauritanos que vivia do outro lado do Tejo. Para piorar ainda mais as coisas, decidiu casar com uma espanhola qualquer e não teve muito tempo para lhe desfrutar do salero porque a tipa apanhou uma camada de peste negra e morreu. Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei, bateu também as botas e foi desta para melhor. Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada, apareceu um tal João que, ajudado por um amigo de longa data que era afoito para a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão e ainda arranjou uns trocos para comprar uns barcos ao filho que era dado aos desportos náuticos. De tal maneira que decidiu pôr os barcos a render e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o Japão com escalas no Funchal, Salvador, Luanda, Maputo, Ormuz, Calecute, Malaca, Timor e Macau. Quando a coisa deu para o torto, ficou nas lonas só com um pacote de pimenta para recordação e resolveu ir afogar as mágoas, provocando a malta de Alcácer-Quibir para uma cena de estalo. Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou de tomar conta do estaminé até chegar outro João que enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil e acabou por gastar tudo em conventos e aquedutos. Com conventos a mais e dinheiro a menos, as coisas lá se iam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de Novembro. Muita coisa se partiu. Mas sem gravidade porque, passado pouco tempo, já estava tudo arranjado outra vez, graças a um mânfio chamado Sebastião que tinha jeito para a bricolage e não era mau tipo apesar das perucas um bocado amaricadas. Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta a perguntar se o Pedro queria vir brincar só que o irmão mais novo, o Miguel, teve uma crise de ciúmes e tratou de armar uma confusão que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios. A malta começou a votar mas as coisas não melhoraram grande coisa e foi por isso que um Carlos anafado levou um tiro nos coiratos quando se passeava de carroça pelo Terreiro do Paço. O pessoal assustou-se com o barulho e escondeu-se num buraco na Flandres onde continuaram a ouvir tiros mas agora apontados a eles e disparados por alemães. Ao intervalo, já perdiam por muitos mas o desafio não chegou ao fim porque uma tipa vestida de branco apareceu a flutuar por cima de uma azinheira e três pastores deram primeiro em doidos, depois em mortos e mais tarde em beatos. Se não fosse por um velhote das Beiras, a confusão tinha continuado mas, felizmente, não continuou e Angola continuava a ser nossa mesmo que andassem para aí a espalhar boatos. Comunistas dum camandro! Tanto insistiram que o velhote se mandou do cadeirão abaixo e houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite e um molho de cravos em cima do assunto. Depois parece que houve um Mário qualquer que assinou um papel que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar uma lixeira numa exposição mundial e CFN dois secos da Grécia na final. E o Cavaco e o Sócrates? O Cavaco foi com o Pai Natal, o Sócrates e o palhaço, no comboio ao circo. FIM

Anónimo disse...

Isto é lindo, pá! Isto é poesia política!
Tango tango é o que o povo gosta.

VIVA O CARNAVAL QUE VAI POR PINHEL

Anónimo disse...

A corrupção, o enriquecimento ilícito, o tráfico de influências e qualquer dos crimes associados ao exercício de cargos públicos, ganha uma especial acuidade na consciência popular nos momentos em que muitos portugueses estão a sofrer uma drástica quebra da sua qualidade de vida. O mesmo acontece quando, mesmo sem haver condenação judicial de crimes, o comportamento de responsáveis políticos não é claramente explicado, sem vitimizações nem conspirações, face a factos que levantam legítimas suspeitas. Vivemos hoje um ambiente desse tipo, e todos os dias as notícias alimentam uma perigosa sensação de impunidade dos poderosos e de ineficácia, quando não de complacência, da justiça. Os magistrados queixam-se que o “sistema é garantista” em demasia e de que é quase impossível levar um corrupto a tribunal e condená-lo. Outros dizem que existe uma geral incompetência na justiça, quando não a sua “captura” (a palavra é interessante no seu eufemismo) dessa mesma justiça pelos interesses, principalmente a nível local e a nível nacional quando se trata das mais altas esferas do estado. Seja como for não estamos bem. Estamos mesmo muito mal.
...

Pacheco Pereira, in Abrupto

Anónimo disse...

A luta contra a corrupção tem reflexos eleitorais? As pessoas mudam o sentido de voto quando têm a certeza de que a sua escolha política está imersa em práticas duvidosas (ou mesmo se já não oferece dúvidas algumas)? Julgo que não."
Carlos Abreu Amorim, "Correio da Manhã", 20-2-2009

Anónimo disse...

Boa tarde
Parece que este ano tanbem se paga a entrada na feira? Alguem me empresta um euro?Como vai a crise não tenho tosto.

Anónimo disse...

O estado não è a solução aos nossos problemas. O estado è o problema.
R. Reagan

Anónimo disse...

O que os de cá escrevem lá fora

http://avenidacentral.blogspot.com/2008/10/dos-autarcas-do-interior-manuel.html

Anónimo disse...

Estas imagens das barreiras são relativas ao Desfile do ano passado, porque este ano as barreiras não eram tantas e pertenciam ao Municipio de Almeida, pelo menos tinham esse nome bem a vista! Este ano o metodo utilizado foram fitas da protecção civil. Pinhelense Atento.