Ontem tivemos a grata oportunidade de ouvir um grande Português numa entrevista a um canal de televisão. Este Português a que nos referimos que muitos intitulam de, demolidor, estar fora de prazo, pessimista, e de tantas outras coisas que nem encontramos os adjectivos com que o presenteiam. Será, cada um tem o direito de achar o que bem quiser e entender. Nós entendemos que Medina Carreira que já foi Ministro das Finanças de um Governo do Bloco Central é um verdadeiro Português. Homem com “Sentido de Estado” e com uma consciência cristalina do estado a que isto, que é Portugal chegou. Uma lástima está claro. Pinhel, Nós por cá… é também um grupo de pessimistas como de resto já temos dado conta tantas e tantas vezes a quem nos visita. Isto, Portugal a continuar assim não tem remédio e não há ponta por onde lhe pegar. Podem dizer-nos o que quiserem, a verdade é que os números não mentem. Eles estão por aí. A dívida externa, o desemprego, a falta de produtividade, a dependência, etc..Retivemos entre outras coisas do que disse algumas frases lapidares e que fazem pensar quem quiser pensar. Por exemplo:
“Os partidos políticos ou são optimistas inconscientes… ou são desavergonhados…”
Será?
“A democracia tem que arranjar outra democracia porque este modelo está falido!”
Será?
“A democracia tem que arranjar outra democracia porque este modelo está falido!”
Será?
Quem quiser pode comentar e pensar connosco. Quem não quiser tudo bem, que não pense.
Tenham um bom dia!
Quem quiser pode comentar e pensar connosco. Quem não quiser tudo bem, que não pense.
Tenham um bom dia!















3 comentários:
Retirado Wikipédia: "No plano político, exerceu o cargo de Subsecretário de Estado do Orçamento, durante o VI Governo Provisório (1975-1976), o qual deixou de exercer para assumir, logo de seguida, as funções de Ministro das Finanças do I Governo Constitucional (1976-1978). Foi nessa condição que negociou com o FMI um empréstimo no valor de 750 milhões de dólares. Em 1978 abandona o PS, por divergências quanto à política económica adoptada pelo partido no poder. Em 2006 apoiou publicamente a candidatura de Aníbal Cavaco Silva à Presidência da República"
Deve ser este o motivo porque tanto o apreciam , falta de ideologia , ao sabor do vento.
Saudações Pinhelenses.
P.S.
http://www.youtube.com/watch?v=M-gyk1Z4eiQ
entenderão?
Outra leitura para a crise
By José Saramago
A mentalidade antiga formou-se numa grande superfície que se chamava catedral; agora forma-se noutra grande superfície que se chama centro comercial. O centro comercial não é apenas a nova igreja, a nova catedral, é também a nova universidade. O centro comercial ocupa um espaço importante na formação da mentalidade humana. Acabou-se a praça, o jardim ou a rua como espaço público e de intercâmbio. O centro comercial é o único espaço seguro e o que cria a nova mentalidade. Uma nova mentalidade temerosa de ser excluída, temerosa da expulsão do paraíso do consumo e por extensão da catedral das compras.
E agora, que temos? A crise.
Será que vamos voltar à praça ou à universidade? À filosofia?
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