
Quem visitou a feira das tradições e não conhece mais nada desta Terra certamente que ficou com uma visão que, esta é uma terra de abundância, onde há tudo, tudo está feito, onde não há desemprego, onde, em contra ciclo com o que se está a passar no País o que faz falta é mesmo animar a malta.

Temos a impressão que os nossos políticos nomeadamente António Ruas é o que pensa também, uma vez que, se ele estivesse preocupado com os Pinhelenses com as suas carências com os seus anseios com o seu futuro, certamente tinha sido mais comedido na sumptuosidade no luxo na extravagância que demonstrou na organização da feira. Aliás, o que se passou parece-se a um daqueles aparentemente apelidados de ricalhaços que têm uma pouse de endinheirados, mas, como diz a sabedoria Popular “
são uns autênticos pavões que não têm onde cair mortos”.Afinal, Pinhel foi, é um exemplo disso mesmo,
“muita cagança e pouca pujança.”
É esta a cultura que esta gente nos quer transmitir, e, para os objectivos eleitorais de António Ruas, (sim porque é isso a única coisa que lhe interessa) talvez tenha sido uma feira de glória.
Mas a pergunta que se deve colocar é esta.
Esta feira, apelidada das tradições, para o Concelho de Pinhel e para os Pinhelenses serviu para quê?Eleitoralismo?
Doutrinação?
Negócios? ...
Para quê pergunta
Pinhel, Nós por cá… já que ninguém mais pergunta.
Bem talvez fizesse bem a António Ruas (e não só) ler um pouco do pensamento de
Francisco Sá Carneiro.Assim e para aguçar o apetite, vamos aqui deixar um pensamento deste grande Português que deve ser reflectido por todos.
"Cabe-nos cada vez mais dinamizar as pessoas para viverem a sua liberdade própria, para executarem o seu trabalho pessoal, para agirem concretamente na abolição das desigualdades. Para isso mais importante que a doutrinação, é levar as pessoas a pensarem, a criticarem, a discernirem"Francisco Sá Carneiro
Tenham um bom dia!