Para qualquer Presidente de Câmara que se preze e que goste do seu Concelho e das suas gentes, uma das suas principais preocupações é saber e ter como indicador de gestão do seu Concelho a sua evolução demográfica.Este indicador é um dos principais indicadores de gestão para qualquer dirigente concelhio e não só. Na última Assembleia Municipal, este, foi um dos assuntos que pelo menos um deputado municipal abordou de forma preocupada mas sustentada. No entanto e apesar da sua chamada de atenção ouviu uma resposta de António Ruas como são de resto quase todas as respostas a assuntos que o incomodam politicamente. Isto é, mais uma vez, este autarca desvalorizou este facto relevante com algum cinismo político.
Bem, sabe, até podia ser pior… “pardais ao ninho…”. Tratou este assunto como sendo
um assunto que não o preocupa. Não há dúvidas que um dos principais problemas com que o Concelho de Pinhel se debate é sem margem para hesitações a sua desertificação e consequentemente, o decréscimo da sua População. Poder-se-á dizer que não é um problema novo. Concordamos com essa apreciação. No entanto e os números disponíveis não deixam margem para dúvidas. Os dois mandatos de António Ruas têm sido uma autentica desgraça também para este indicador de desenvolvimento sustentado.Nunca, repetimos, nunca na história de Pinhel este Concelho perdeu em tão pouco tempo tanta e tanta gente. As pessoas têm que sair pois por cá não conseguem o seu sustento para si e para a sua família. Todos nós temos certamente casos na nossa família, pessoas que por falta de trabalho e de condições têm abandonado Pinhel a contragosto é certo, mas sem outro remédio. Afinal o que é que tem feito António Ruas para contrariar e inverter esta autêntica desgraça para o Concelho de Pinhel?
A resposta infelizmente todos a sabem.
Outra pergunta é óbvia:
Até quando é que esta Nossa Terra vai continuar a perder aquilo que de melhor tem, isto é, as Pessoas?
Analisem este quadro que aqui vos deixamos e que recentemente foi publicado.
Tenham um bom dia!















6 comentários:
bem, o que o presidente tem feito para contrariar seja o que fôr? sim, nestes seus dois mandatos o que fez concretamente o Presidente para inverter a tendência de desertificação??? e de evolução do Concelho? Qual a obra emblemática que foi lançada? Qual a ideia que deverá mudar essa mesma tendência? NADA. dois mandatos e nada... Apenas o aumento da água em 150%, a criação da empresa municipal a gastar milhões de euros, porque em termos empresariais apenas ajuda os mesmos de sempre e em termos de obra arrancou agora a construção da nova casa da cidade, com prazos de construção que são uma vergonha e que demonstram bem o estado miserável em que se encontram as finanças municipais. UM ÚLTIMO DESABAFO...VAMOS VER SE O SR PRESIDENTE PERDER AS ELEIÇÕES SE TAMBÉM ELE NÃO VAIS EMBORA DE PINHEL
Sem duvida. Esta camara nada fez para manter as pessoas em Pinhel.A zona Industrial que podia criar postos de trabalho está ás moscas. No ultimo concurso aos lotes concurreram cerca de 50 interessados mas parece que só ainda venderam dois ou três lotes porque o preço é de 10 euros o metro.Sabem a como é em Castelo Branco: 1 euro o metro.
É com este preço que querem empresas?
A vida é bela!!!
os censos estão quase aí para podermos assistir a um mísero número de habitantes no nosso concelho..vai ser uma descida avassaladora. viva pinhel
Eu quero Fazer uma Pergunta? Pinhel tem executivo camarário? Não se houve falar em nada, ou estão a dormir a sesta?
NÃO SE PASSA NADA NESTA CIDADE....
É UM DESERTO.
é natural que nos ultimos anos com o fecho de importantes industrias, bem como, a situação da tao esperada woodport tenha contribuido para a perda de alguma população. temos de contar tb com a saída de alguns jovens para o estrangeiro, que apesar de terem trabalho no nosso concelho, partiram em busca de melhores condiçoes de vida. Este problema não vem so de agora, começou já à largos anos aquando do não sucesso em trazer polos de estudantes para Pinhel, em detrimento de Seia e Trancoso, o que teria seguramente contribuido para o desenvolvimento local. Resta-nos aguardar por alguma grande industria que decida apostar em Pinhel. Quanto aos terrenos da zona industrial o preço do metro creio que rondava os 5 euros e nao 10, ainda assim quem comprou está obrigado a iniciar construção num prazo de 2 anos a partir da compra, pelo que ou se verá as construçoes arrancar ou perderão o direito aos terrenos. Ainda assim não serão seguramente estes pequenos polos que contribuirão para a mudança significativa.
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